Reposição de aula

Texto 1 Piramides: Túmulos de faraós!

 

Atualmente, os milhares de turistas que viajam para o Egito todos os anos quase sempre começam a visita \á terra dos faraós por Cairo, capital do país. Um dos primeiros pontos a ser visitado é, geralmente, o conjunto arquitetônico de Gizé, composto pela esfinge e pelas Pirâmides de Gizé, uma das sete maravilhas do mundo (o conjunto fica a cerca de 20 km do centro da capital.).

Quéops, a mais alta e volumosa das pirâmides, tinha, ao ser construída, 146 metros de altura, o equivalente a um prédio de 48 andares. A pirâmide de tamanho médio é Quéfren, e a menor, Miquerinos.

Para construir Quéops, foram utilizados 2 milhões e 300 mil blocos de pedra, cortados com tal precisão ao ponto de se encaixarem uns nos outros sem uso de argamassa, não havendo espaço entre eles nem para uma folha de papel. Estudos recentes afirmam que a construção da pirâmide de Quéops exigiu o trabalho de mais de 80 mil trabalhadores durante 20 longos anos. Cerca de 10 mil desses trabalhadores eram fixos e 70 mil temporários, utilizados como mão de obra barata ou gratuita durante as cheias do Rio Nilo.

Inicialmente os trabalhadores extraíam das pedreiras os imensos blocos de pedra e os conduziam até as margens do Nilo; depois, em barcos graciosos, os blocos eram levados até o local da construção das pirâmides; daí eram colocados sobre suportes amarrados; depois, com ouso de cordas e rampas, eram arrastados por centenas de homens até o seu devido lugar.

Pode-se dizer, portanto, que as pirâmides são resultado de um esforço organizado de milhares de trabalhadores durante um longo tempo. São também os documentos mais visíveis do imenso poder do faraó na sociedade egípcia.

Fonte: BOLOUS JR. Alfredo. História: sociedade e cidadania. São Paulo, FTD, 2015, p. 135.


 

Texto 2: A mulher no Egito antigo

 

(…) Como veremos, o papel político e social das mulheres foi determinante ao longo de toda a história do Egito. Graças a um notável sistema jurídico, a mulher e o homem eram iguais por direito e de fato (…)

Essa igualdade entre homem e a mulher(…) perdurou enquanto o país se manteve independente (…).

Muitas egípcias (…) eram donas de casa. Mas muitas outras tiveram um ofício fora da vida familiar e ocuparam importantes funções (…).

Na documentação (…) descobrimos (…) que uma mulher podia ser governadora de uma província, de uma cidade ou de uma circunscrição administrativa, o que implicava um importante trabalho à frente de um pessoal numeroso. Uma mulher podia (…) ser inspetora do Tesouro, superiora (…) da casa de tecelagem, dos cantores e dos bailarinos (…) etc. Em suma, e à exceção do exército, estavam-lhe abertos quase todos os setores de atividades que caracterizam a civilização faraônica.

Fonte: Fonte: BOLOUS JR. Alfredo. História: sociedade e cidadania. São Paulo, FTD, 2015, p. 157.


 

Texto 3: Êxodo

 

No Egito Antigo, os hebreus – antepassados dos judeus – eram escravos, submetidos à opressão. O faraó, monarca dos egípcios, determinou que todos os meninos hebreus fossem mortos.

Salvou-se um deles, chamado Moisés: sua mãe, Jochebed, colocou-o num cestinho no rio Nilo. A filha do faraó encontrou o bebê e decidiu criá-lo. Homem feito, Moisés se indignou com a escravidão dos hebreus e exigiu do faraó que libertasse seu povo. Para dobrar o faraó, Deus lançou dez terríveis pragas sobre os egípcios. Por fim, os hebreus partiram e, chefiados por Moisés, levaram quarenta anos atravessando o deserto, rumo à Terra Prometida.

Fonte: BOLOUS JR. Alfredo. História: sociedade e cidadania. São Paulo, FTD, 2015, p. 182.

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Texto 4: Egito Antigo

 

Há mais de 4000 anos antes de Cristo, a dominação das técnicas agrícolas permitiu o surgimento de várias civilizações ao redor do mundo. No extremo nordeste da África, em uma região de características desérticas, a civilização egípcia floresceu graças aos abundantes recursos hídricos e terras férteis que se localizavam nas margens do rio Nilo.

O ciclo das águas nesta região promovia o regular transbordamento do rio que, durante a seca, deixava um rico material orgânico na superfície de suas terras. Percebendo tal alteração, os egípcios tiveram a capacidade de desenvolver uma civilização próspera que se ampliou graças às fartas colheitas realizadas. Dessa forma, temos definido o processo de desenvolvimento e expansão dos egípcios.

No campo político, os egípcios estiveram organizados através da formação dos nomos. Os nomos eram pequenas parcelas do território egípcio administradas por um nomarca. Tempos mais tarde, esses vários nomos estavam centralizados sob o poderio de um imperador. No ano de 3200 a.C., Menés, o governante do Alto Egito, promoveu a subordinação de 42 nomos, dando início ao Império Egípcio.

A sociedade egípcia era organizada por meio de critérios religiosos e econômicos. O faraó ocupava o topo desta hierarquia na condição de chefe de Estado e encarnação do deus Hórus. Logo abaixo, temos os sacerdotes como agentes organizadores dos cultos e festividades religiosas. Os nobres e escribas ocupavam uma posição intermediária realizando importantes tarefas que mantinham o funcionamento do Estado.

A base desta sociedade ainda contava com os soldados, que eram sustentados pelo governo e garantiam a hegemonia do poder faraônico através das armas. Logo abaixo, os camponeses e artesãos, que trabalhavam nas colheitas e na organização das obras públicas necessárias ao desenvolvimento agrícola e comercial. Por fim, havia uma pequena parcela de escravos que também estavam subordinados ao Faraó.

Além de conseguir prosperar economicamente pelo rígido controle da produção agrícola, podemos notar que os egípcios também produziram conhecimento e variados campos. A arquitetura, a medicina e a astronomia figuram como as mais interessantes facetas do legado científico egípcio. Vale à pena ressaltar também a escrita, que se organizava por complexos sistemas de símbolos e códigos.

 

Fonte: https://historiadomundo.uol.com.br/egipcia/ Acesso em 09/07/2018.

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Atividade 1:

 

 

  1. Copie essa pirâmide social egípcia no caderno.

 

  1. No caderno, pesquise e descreva sobre as funções ou responsabilidades de cada grupo social.

 

 

 

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