A história do Rock no mundo

Muitas vezes ouvimos bandas e nem sabemos como eles começaram ou o tipo de dificuldade que encontraram no decorrer da carreira em busca do sucesso.
Abaixo fizemos um pequeno resumo sobre algumas bandas que chamaram a atenção do público nos anos 70, 80 e 90.

 

O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock

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Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.

 

Anos 80 : um pouco de tudo no rock

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A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.

 

Anos 90 : década de fusões e experimentações

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Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.

Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.

O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.

Gostou? Pesquise você também a história da sua banda!!!!

 

Fonte (adaptado): http://www.suapesquisa.com/rock/

A infância ensina o mundo adulto: diálogo e um bom abraço resolve muita coisa!

Compartilhar saberes não é só compartilhar críticas, por vezes tão profundamente enraizadas em nossa essência que beira um pessimismo (quase) gratuito, mas também levar à tona situações de incrível impacto em nossas vivências.

Há algumas semanas presenciei algo que foi, para quem está no mundo adulto, como um enorme puxão de orelha. Afinal, se tem uma coisa que nós fazemos muito bem na idade adulta é tornar coisas simples complicadas, ficar devaneando sobre nossas escolhas ou mesmo não dar um passo à frente com receio do que o outro vai pensar.

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Na verdade, ao dizer que se preocupa com o que os outros pensam, estamos fadados à esconder nossas fraquezas, nossas vergonhas particulares e, como resultado, encontramos a melhor saída para os problemas: afastamos as pessoas de nós mesmos, como se a distância também não causasse feridas.

No meu trabalho duas crianças se desentenderam ainda na fila à caminho para a sala de aula, resultando no encaminhamento delas para a diretoria em virtude de agressão física. Além disso, os olhares flamejantes de ódio de um contra o outro denunciava para qualquer adulto (até mesmo eu, que trabalho com crianças), que era o típico caso em que uma amizade havia sido desfeita definitivamente com aquele episódio.

Para minha surpresa, estava eu nas minhas tarefas docentes enquanto os alunos desenvolviam a sua leitura, e ocorre que surge um aluno no meio da sala me chamando a atenção para um fato: os dois estavam pedindo desculpas um para o outro e se abraçando.

Fiquei com aquela cena na cabeça…. que dificuldade os adultos têm de se aproximar, de olhar no olho, de ser franco , de ouvir e ser ouvido (e quanta dificuldade temos em ouvir mais e falar menos).

Fico muito feliz em trabalhar com os mais jovens. Há muito que aprender com quem viveu pouco e, por isso mesmo, não carrega certos vícios que tornam a vida mais árdua, mais amarga e sem graça. É preciso ouvir e praticar mais essa essência de uma vida simples, alegre e descomplicada que a infância a todo instante nos apresenta, convidando o adulto ser menos mesquinho, menos duro consigo mesmo e com os outros, menos chato com o mundo e com os outros. A infância nos convida a mudar.

Saindo do senso comum: um pouco sobre educação e práxis política

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Como se não bastasse convivermos com um governo em volta da manutenção da economia fragilizada sob a intencionalidade da criação de uma “pátria educadora”, o que encontramos nos últimos dias foram equívocos de diversas vozes na sociedade sobre o fazer pedagógico destes profissionais e o seu valor numa sociedade que almeja alcançar uma significativa trajetória de sucesso numa futura, mas pouco presente, sociedade do conhecimento.
Falas que foram observadas nas redes sociais:
1. Professor está mais para Black block.
2. Professor ganha pouco.
3. Ninguém quer ser professor.
4. É tudo funcionário público, pois em escola particular isso não acontece se fosse com CLT….

Black Block, greves e conhecimento
Desde já um apontamento que todos se esquecem principalmente em nações periféricas ocidentais: a ferramenta de trabalho do professor é o conhecimento. Oras, se o profissional tem o conhecimento de como neutralizar os efeitos do gás lacrimogênio, qual é o problema nisso? Argumentaram que isso indicaria que já havia uma pré-disposição para o combate. Isso pode ser verdade, pois num país em que as manifestações são vistas muitas vezes como inimigas da democracia (porque atrapalham o fluxo do trânsito, porque reclamam no lugar de trabalhar mais, etc) normalmente o ato pacífico termina em violência – e quando a tropa de choque avança, não há mais como seus comandantes conterem a força desproporcional que o braço do Estado exerce sobre seu cidadão. Agora, associar luta sindical com Black block beira o fundamentalismo de direita, querendo invalidar a luta trabalhista, presente desde a Revolução Industrial Inglesa com objetivos claramente definidos – a valorização do operário.

Professor ganha pouco?
Para um país que se diz envolvido com a educação, ganha pouco sim! Não existe uma política de incentivo salarial, de formação em pós-graduação de qualidade, não existe nem o fomento salarial para uma vida regada na cultura e muito menos uma política pública de bolsas de incentivo ao uso dos aparelhos culturais, como bolsa teatro, bolsa livro, bolsa jornal. Entre os profissionais de nível superior, ser professor soa quase como uma piada de humor negro, seja pela formação precária dos cursos vergonhosamente aprovados pelo MEC, seja pela longa jornada que obriga o Educador a abrir mão de sua qualidade como sujeito pensante: não há tempo para o teatro, para o cinema, para a leitura – simplesmente porque é necessário dar aulas para sobreviver. Isso é um caro engano dos nossos políticos e administradores que pensam que é dispensável o fator cultural na prática educativa e cultura custa caro e demanda tempo: o ócio criativo torna-se um inimigo num país capitalista atrasado. Vítima de um Estado que aprova a oferta de cursos de qualidade duvidosa, o professor é mal formado e nem durante seu ofício encontra nem no salário nem na política alguma forma de melhorar seu desempenho como docente e sua vida como operário.

Se fosse pela CLT isso não aconteceria.
Num momento em que se aprovam as terceirizações, essa afirmação soa mais como um problema do que uma qualidade na vida dos trabalhadores. Contrário à qualquer tipo de manifestação popular, o patrão tende a demitir do que a abrir um canal de negociações. Isso é uma visão estreita do capitalismo, pois a máquina funciona de uma forma muito simples: profissional valorizado é consumidor, que injeta no mercado parte dos seus ganhos, gerando mais economia e renda para os demais participantes. Sugerir que a terceirização e a aplicação da CLT em toda a rede educacional acabaria com o problema é um engodo da direita, pois as paralisações existem muito antes de qualquer lei trabalhista existir. A mobilização sindical tem como raiz a relação entre o operário e o seu patrão e esse jogo de forças desemboca muitas vezes (numa triste história) no uso da violência para obrigar todos a voltarem aos seus postos de trabalho. Defensores da CLT apenas estão preocupados com um trabalhador que não é sujeito do seu ofício, despolitizado e inserido numa rotina em que executar é mais importante do que pensar. Mas na educação isso não procede. Mesmo com deficiências materiais e de formação isso é claro entre os docentes: seu ofício necessita ser valorizado na sociedade, se esta quiser sair do status quo de “repúblicas de bananas”, exportador de jogadores de futebol e outras míseras riquezas de pouco impacto no mundo globalizado.

 

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O que queremos deixar claro neste texto é o que nossos parceiros comerciais desenvolvidos compreenderam em sua maioria: tecnologia se faz com uma sólida rede de saberes que passam pelo prédio, pelo equipamento, mas principalmente pelas relações humanas (e por isso culturais) entre os sujeitos do processo: educador e educando. Valorizar a escola, o salário e a formação docente é inserir de fato o Brasil no desenvolvimento tecnológico, econômico e social. O resto que se diga é politicalha e discurso para enganar os menos esclarecidos e esconder nossa incompetência histórica para lidar com o tema de forma satisfatória.

A relação entre professor e família precisa ser de confiança!

O professor terá um papel central na vida de seu filho durante este ano e é possível que fique em sua memória por toda a vida. Conhecer bem o professor de seu filho e vê-lo como um aliado na educação é uma tarefa vantajosa para todos os envolvidos e que começa com as aulas, na primeira reunião – caso não haja um encontro oficial, cabe a você marcá-lo.

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Não se esqueça, ainda, de que o professor está ansioso para conhecer os alunos e seus pais nesse início de ciclo. “Assim como ele é uma figura nova na vida de cada família, as crianças também são novas para ele”, observa a coordenadora Viviane Morotti Sousa Castro, que coordena a Educação Infantil e o Fundamental I do Colégio Objetivo – Unidade Embaré de Santos (SP), completando: “Humanizando essas relações, tudo fica mais fácil”.
Um começo de relação sólido evita futuros desentendimentos. Pais e professores que não entram em um acordo sobre as provas e a lição de casa, por exemplo, são uma receita para o desastre, sobretudo nos primeiros anos de vida escolar da criança – e, o pior, a grande prejudicada nessa história é a criança mesma.

“Se os pais não confiam em nosso trabalho, é garantia de que haverá problemas ao longo do ano”, alerta a professora Maria Aparecida de Paula Vieira Freitas, do Fundamental I da EMEF Alceu Amoroso Lima, de São Paulo. “É preciso ver o pai como um amigo, um aliado. E vice-versa”, aconselha.

Com a ajuda dessas educadoras, sugerimos alguns tópicos que não podem ficar de fora das primeiras conversas com o professor de seu filho.

Mensagem de despedida

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Olá alunos,

Na verdade, em sua maioria já estou falando com ex-alunos.

Como todos sabem, não participo de formatura, por motivos políticos e pessoais. Estava lá sim, mas para prestigiar todos de uma forma diferente.

Mas não é porque não participo que não significa que eu não tenha um recado especial para quem está diante de dois fatos absolutamente novos: o ensino médio e a mudança de escola.

Estudar envolve sacrifícios de vários tipos: financeiros, intelectuais, sociais. Quando não é a falta de dinheiro, é a dificuldade de compreender o assunto, e quanto não é uma coisa nem outra, quem estuda é classificado pelos colegas invejosos de nerds, como se viver na obscuridade da burrice fosse algo necessário.

Mas é o contrário. Cada vez que você estuda, descobre algo, é como uma cortina que tiram de nossa frente e nos apresenta uma janela enorme, mágica, mostrando algo tão simples e, simultaneamente, maravilhoso. Não se esqueçam que quando falo de descoberta e conhecimento, não significa que você encontrará tudo isso na escola. Tem muita, mas muita coisa boa no mundo para se descobrir nos livros, nos vídeos, na internet e, principalmente, na convivência com pessoas à sua volta que você não dá a menor importância.

Falo em nome de todos os professores da EMEF Vargem Grande: estaremos aqui na torcida, como pai ou uma mãe que não pode fazer outra coisa a não ser desejar a todos muito sucesso e sabedoria para enfrentar os desafios da vida e nunca desanimar. Para quem é da periferia, desanimar significa aceitar a sua condição social, sua situação de vida e privação. Quando aceitamos nossa condição, morremos em vida um pouco, a cada segundo. Somos como zumbis, o corpo está presente, mas a alma já se perdeu.

Desistir dos sonhos é morrer por dentro, mas estudar e descobrir o mundo é alimentar o que existe dentro de você de esperança, sonhos e desejos de realizações. Que sejam felizes e se realizem a cada dia, não perdendo a esperança e a fé em si mesmos, pois embora várias coisas pareçam remar contra vocês, saibam que apenas cada um pode encontrar dentro de si forças para superar os obstáculos e dizer em alto e bom tom: sou capaz!!!!!

Apresentação do TCA

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Alunos!!!!

Sexta feira próxima (28/08) ocorrerá grande parte das apresentações do TCA.
Procurem seu professor para pegar a autorização, leiam e se preparem para esse tão aguardado momento!!!

Boa sorte e sucesso aos alunos e professores!

Para não esquecer as tarefas!!!

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Em sala de aula, eu comentei sobre programas que podem auxiliar o estudante na organização das tarefas de modo a não perder os prazos de entrega.
Pesquisando, encontrei esse, que pode ajudar.

http://www.baixaki.com.br/download/time-wizard.htm

Matrículas abertas para o EJA (suplência) na EMEF Vargem Grande

Comunidade do Vargem Grande.
A EMF Vargem Grande está com vagas abertas para o EJA.
Caso a escola não consiga interessados até sexta-feira 24/10, corremos o risco de perder o ensino noturno nesta importante escola da região.
Divulguem para seus amigos e parentes.
Voltar a estudar é tornar o sonhos mais fáceis de serem realizados!

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História e Literatura – Segunda Guerra Mundial

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Como é fugir da guerra, mudar de vida e ao mesmo tempo conviver com as mudanças intensas e as incertezas naturais que todo adolescente vive? O livro Diário de Anne Frank é um relato histórico que nos leva de volta ao começo da Segunda Guerra Mundial, mas não na perspectiva dos grandes líderes, dos grandes combates.

Descoberto após o término da guerra, o diário desta adolescente possui registros da impressão de uma adolescente que é obrigada a sair da escola e a se abrigar no sótão de uma empresa. Tudo para fugir da perseguição nazista.

 

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Os conflitos são constantes entre moradores desse esconderijo e a cada página fica mais insuportável conviver com o medo, com a fome, com as dificuldades de toda ordem, como por exemplo, se manter imóvel na cama ou no chão durante horas no dia, para que os trabalhadores do escritório abaixo não percebessem a sua presença.

Como o mundo está sempre próximo de mais um conflito, relembrar o sofrimento é também nos alertar para o que pode nos aguardar no futuro.

Mas quem pensa que nos textos dessa menina vai encontrar apenas tristeza está enganado. Durante várias páginas encontramos conversas em que ela, mesmo presa e retirada de toda a sua rotina (a escola, os amigos, as brincadeiras), ela ainda tinha fé na humanidade, na bondade entre os homens, e encontrava nas coisas simples da vida uma beleza que até nós, nos dias atuais esquecemos, como num momento em que ela contempla o céu estrelado numa noite calma, como se a guerra estivesse tão longe dela.

É uma leitura obrigatória entre os jovens, não porque fala de algo sobre a matéria de história ou sobre literatura, mas porque foi uma história real de uma adolescente que durante o sofrimento da perseguição nazista escreveu sobre a sua vida num momento tão difícil sem perder a esperança.

Valiant Hearts: The Great War

Os produtores para jogos de videgames sempre se inspiraram na história para a criação de seus títulos, muitos deles de sucesso, como God of War e Medal of Honor. Agora, surge no mercado outro título, cuja proposta vai de encontro com o que estaremos estudando em sala de aula: a Primeira Guerra Mundial.

Valiant Hearts está sendo muito bem avaliado pelos especialistas, você pode escolher em qual lado quer jogar (Tríplice Aliança ou Tríplice Entente) e tem muitos quebra-cabeças em todos os cenários. Durante o game também você encontrará informações históricas valiosas para entender porque essa guerra, que completa 100 anos, marcou o mundo e até hoje nos alerta sobre os perigos de um conflito armado em grandes proporções.

O jogo está disponível para XBOX 360, XBOX One, Playstation 3, Playstation 4 e PC (valor aproximado de 15 dólares).

 

 

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